sexta-feira, 10 de maio de 2013

OS 20 MINICONTOS CLASSIFICADOS


 

 

QUEM SÃO OS 20 MELHORES MINICONTISTAS DO

I CONCURSO DE MINICONTOS AUTORES S/A?

 

VOCÊ IRÁ CONHECÊ-LOS AGORA...

 

APRESENTAMOS:

 

OS CLASSIFICADOS PARA A TERCEIRA FASE

I CONCURSO DE MINICONTOS AUTORES S/A

 

CONSIDERAÇÃO

 

            Caríssimos: a organização se desculpa pelo transtorno ocorrido na noite de ontem. Não, não foi suspense programado: o resultado deveria ter sido publicado ontem, depois das 18 horas, conforme acertado, de modo que não prejudicasse o horário estipulado das apostas pelos comentários.

            No entanto, uma manutenção ocorrida na Internet local (da cidade do organizador responsável pela publicação) impediu que o resultado fosse postado. Compreendemos o mal estar causado e, mais uma vez, pedimos desculpas. Para compensar tal imprevisto, anunciamos, de antemão, que o prazo para entrega dos minicontos para a próxima fase foi estendido. Ao invés de domingo, os classificados poderão enviar até as 14:00 hs. de segunda-feira, dia 13/05.

            Desde já agradecemos pela compreensão de todos vocês.

            Autores S/A

 

EQUIPE RAPIDINHOS

JURADO: ANDRÉ SANT’ANNA

OS ESCOLHIDOS:

 

De Passos, Minas Gerais (25 anos):

Pseudônimo: Tonico Vieira

Título: Penetra

 

Um ladrão invadiu uma festa à fantasia, disfarçado de ladrão: meia-calça na cabeça, revólver de brinquedo na cintura. Quando anunciou o assalto, ninguém achou graça.

 

Comentário: Uma piada razoável. Joga com o humor e/ou a falta dele.

 

De Atibaia, São Paulo (34 anos):

Pseudônimo: Flora Medeiros

Título: Cicatriz

 

Eu odiava o barulho da porta do meu quarto fechando. Sempre na mesma hora. Depois da escola, com a luz apagada, a casa vazia. Só que naquele dia foi diferente. Meu pai tirou a calça e me mandou deitar.

— Fica quietinha, filha, fica. Não vai doer nada.

O lençol ficou todo sujo de sangue. Eu pus de molho na cândida, mas a mancha não saiu.

 

Comentário: Uma história violenta. Violência sugerida. Joga com a perversidade e a inocência.

 

De São Paulo, São Paulo (43 anos):

Pseudônimo: Mutante

Título: O último a saber

 

Parecia ser a sua sina eterna. Novamente foi o último a saber. Ao entrar perambulando no bar, onde alguns entristecidos amigos saciavam a sede, soltou um grito ao perceber que só faltava a sua sombra na parede.

 

Comentário: Mais um texto de realismo fantástico, com algum impacto. Me lembra bastante aqueles filmes do “Além da Imaginação”.

 

De Indaiatuba, São Paulo (18 anos):

Pseudônimo: Ethexse /esxethE

Título: Ela é difícil

 

            “Seja discreta, minha filha, que o olhar das pessoas, mistura de crítica e cobiça, vai chegar por seu corpo e corroer a sua mente”, ela dizia.

Em sua impenetrável discrição, estupraram-lhe a cabeça.

 

Comentário: É um miniconto discreto, mas que, no final, vem com todo o poder desse estupro mental.

 

De Riachão do Jacuípe, Bahia (23 anos):

Título: Flores

Pseudônimo: Ramon Rufo

 

Era piloto de caça. Cortava os céus a mais de dois mil pés. Foi encontrado
em casa, com os pés a dois metros do chão.

 

Comentário: Um miniconto non sense, que consegue carregar alguma poesia.

 

EQUIPE OS CONTIDOS

JURADO: MARCOS PASCHE

OS ESCOLHIDOS:

 

De São Paulo, São Paulo (46 anos):

Pseudônimo: Luana Noslen

Título: Estante

 

Os livros estão ali, como de costume, tranquilos, em compasso de espera. As traças e cupins não têm tempo a perder.  Elas os devoram e nada podem falar sobre eles.

 

Comentário: O desfecho seco e peremptório é um dos mais admiráveis itens dos textos narrativos.

 

Do Distrito Federal, Brasília (56 anos):

Pseudônimo: Anima Brevis

Título: Feriado

 

Sete de setembro. Aquartelados no morro, soldados sem farda traficam por independência ou morte. 

 

Comentário: O texto efetua interessante alteração simbólica.

Do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (33 anos):

Pseudônimo: Razec

Título: História de família

 

Quando fulaninho nasceu, papai e mamãe, felizes, choraram emocionados. Quando o velho fulano morreu, seus tristes filhos sorriram aliviados.

 

Comentário: O conto não é bem acabado, vista a banalidade de identificar o personagem como “fulaninho”. Mas entra na seleção pela baixa expressividade dos outros.

 

De Maricá, Rio de Janeiro (31 anos):

Pseudônimo: Castel

Título: O Abraço

 

Desconheciam-se até aquele dia. E, no entanto, quando os bombeiros finalmente abriram a porta do elevador acidentado, encontravam-se agarrados num fraternal abraço retorcido de seus corpos ensanguentados.

 

Comentário: Interessa pela referência a uma ironia do destino.

 

De Juiz de Fora, Minas Gerais (22 anos):

Pseudônimo: Felipe Nostradamus

Título: Literalmente

 

Pai, trabalho, "Não tenho tempo", sentido figurado. Filho, adolescência, "Não tenho tempo", sentido figurado. Uma cova, um enterro, nenhuma palavra.

 

Comentário: Há no texto uma interessante relação entre o título e seu desfecho.

 

EQUIPE MAX MINIS

JURADA: LEILA MÍCCOLIS

OS ESCOLHIDOS:

 

 

De Sobradinho, Distrito Federal (30 anos):

Pseudônimo: Ana Lina

Título: Macramê

 

Continuava sentada naquela cadeira completamente muda. Muda a cadeira. Muda ela também, rangendo todo aquele silêncio como o seu sapato amarelo apertado.

A cadeira, amiga há anos, fora da avó, depois de sua mãe e agora dela passaria para quem?

Há anos ela vivia sozinha. 

Ali, sob os olhos daquela noite de azul em festa, sentada na calçada daquela rua torta e ladeira preguiçosa, debaixo de um poste de luz que poderia se passar facilmente por uma lua para qualquer coração distraído, ela e a cadeira eram surpreendidas pelo tamanho do mundo. Várias pequenas casas ainda não adormecidas; nuvens correndo lentas; folhas suicidas dançando do alto das copas das árvores e gargalhando nos vidros das janelas, nos contornos côncavos do telhado... Uma matilha de vaga-lumes sonâmbulos abanando luz junto aos braços do vento...

Sabia todo o tempo solto dentro dela...

Sabia a cadeira solta no mundo.

 

Comentário: A cadeira rangendo o silêncio... O poste de luz-lua... A solidão do tamanho do mundo... O tamanho do mundo dentro de uma mulher. Um momento de contemplação, liberdade, e ao mesmo tempo de sincronicidade com todas as coisas e seres do universo: janelas, vidros, vaga-lumes, nuvens, ventos, telhados. Bela prosa poética, em que as metáforas não forçam o texto e nem se esforçam para aparecer; ao contrário, fluem suaves e constituem parte visceral da própria gênese narrativa.

 

 

De Campinas, São Paulo (65 anos):

Pseudônimo: Mignone

Título: Uma mulher de respeito

 

     

O tom sépia da blusa mil vezes lavada parece ressaltar de um álbum fotográfico antigo. Sobrancelhas pintadas, cabelos escorridos, mãos de dona-de-casa.

            A fala é de quem briga com o mundo. Um porco-espinho inabordável: queixas de  vazio, de um ralo por onde tudo escoa infinitamente, inexoravelmente.  Quando a tristeza supera a raiva, consegue despertar alguma empatia. Então, conta e reconta histórias de sua vida, repassando a infelicidade como as contas de um terço - só mistérios dolorosos.  

     Quando jovem, foi cantora de bordel.

     Casou-se, abandonou a carreira.

 

Comentário: Pelo final, entende-se a amargura e a frustração de uma mulher que troca a alegria pelo status social e pela respeitabilidade. Lembra-me “A história Lily Braun”, de Chico e Edu Lobo: “Nunca mais romance / Nunca mais cinema / Nunca mais drinque no dancing / Nunca mais cheese / Nunca uma espelunca / Uma rosa nunca / Nunca mais feliz”.

 

De Vianópolis, Goiás (24 anos):

Pseudônimo: Sebastião Jones

Título: Não Espere Pelo Fim

 

      Foi com palavras aprazíveis e um ingênuo sorriso que o homem de rosto enrugado e cabelos acinzentados dirigiu-se à sua ranzinza colega de abrigo:

      – A vida não acabou. Não é chegada a hora de postar-se diante do túmulo como se a morte estivesse à espreita. É tempo de se renovar, tomar novas escolhas e trilhar por novos caminhos. Alimente os sonhos! Seja jovem novamente!

      Tão rápido, naquele dia, nasceu uma inesperada paixão entre os dois. Aquele carinho que Emanuel sempre sentira por Maria das Dores enfim foi retribuído.

      Quem disse que os velhos não podem se apaixonar?

      Maldito preconceito que cria raízes profundas, inclusive na alma dos segregados!

      E, assim, tão logo o tempo passou. Anos de risos fáceis.

     No entanto, não foi com lágrimas de arrependimento que Maria fitou o epitáfio de Emanuel, mas sim com olhos aquosos de saudade e uma profunda paz em seu coração renovado.

 

Comentário: Não é comum lermos histórias de amor entre casais de terceira idade, muito menos em abrigos e com finais felizes: a morte de um deles sempre acaba jogando o outro de novo na mais completa solidão. No entanto, neste texto, a morte sugere saudade, mas não isolamento, pois Maria das Dores aprendeu com seu “anjo” Emanuel a superar-se e a renovar-se através do amor – sempre “infinito, enquanto dure”.

 

De Saitama, Japão (37 anos):

Pseudônimo: Juliano Monterroso

Título: O Ferroviário

 

No dia em que o álcool e as mãos trêmulas o impediram de manobrar um trem, deitou-se sobre os trilhos.

 

Comentário: Trilhos: veredas, caminhos, direção. O fim da linha para um maquinista que andou sempre nos trilhos, mas que, já enfraquecido e debilitado, escolhe morrer do jeito como viveu: na sua linha férrea, dormindo eternamente sobre os dormentes.

 

De Salvador, Bahia (34 anos):

Pseudônimo: Hitchcock

Título: Na calada da noite

 

Só me dei conta quando eu estava voltando para o hotel, exausto, de cara e sozinho, que nem toda noite é noitada.

 

Comentário: Um enredo de filme noir, em que desastrosas experiências noturnas servem de aprendizados vivenciais (e semânticos, no caso deste conto literário). A identificação com o personagem é imediata e fácil. Afinal, quem nunca teve uma noite difícil, com vontade de apedrejar a lua?

 

 

 

EQUIPE: INSÓLITOS

JURADO: PAULO FODRA

OS ESCOLHIDOS:

 

De Curitiba, Paraná (31 anos):

Pseudônimo: Regis Guerra

Título: A Sanfona

 

O menino ganhou uma sanfona, presente de seu pai. Um dia, ele esqueceu o objeto, tão querido, no quintal. Pela manhã, o instrumento coberto pela geada – velado e gelado. Fole e gelo comungaram, sim-fonia e não-fonia mesclaram-se. Depois disso, a voz do instrumento ficou mais triste e cortante. O fôlego do fole parecia ser capaz de fazer o minuano soprar mesmo fora de época. Já não era mais sanfona, pois perdeu o que tinha de sã nas núpcias entre som e clima.

 

Comentário: Escrever prosa poética em formato de miniconto, por si só, já é uma ousadia. No entanto, o autor soube dosar bem o contraponto entre narrativa e lirismo, deixando ainda espaço para que o que não está escrito também pudesse falar. O resultado ficou um tanto sombrio, e maravilhoso.

 

De Nova Friburgo, Rio de Janeiro (46 anos):

Pseudônimo: Pressuposto Epistemológico

Título: Vigília

 

O papel de parede era trocado a cada faixa etária. O elefante da infância dera lugar ao futebol,  aos campeões do boxe, substituídos agora pelos  invictos do UFC.

O uniforme da escola pendia do cabide atrás da porta. Tênis e meias ainda aguardavam, a postos.

Ao lado da cama, uma poltrona  e um livro.

Entrou no quarto, acendeu a luminária. Ajeitou a pequena urna de mogno sobre o lençol e puxou o cobertor até aninhá-la e cercá-la de calor. Retirou a tampa, sentou-se e suspirou antes de começar ler:

− Ficarei aqui até vê-lo dormir, meu filho.

 

Comentário: Uma narrativa bem construída, culminando em um anticlímax tocante, que funciona como chave para se decifrar uma nova camada do texto, convidando à sua releitura. Considero isso muito positivo, em se tratando de minicontos, pois faz com o que o leitor leve um pouco mais de tempo sobre o minitexto, afim de digeri-lo. A referência ao UFC me incomodou um pouco, por romper com a universalidade do texto. Futebol e boxe são reconhecíveis para praticamente qualquer público, de qualquer país. Já o UFC exige o reconhecimento do significado da sigla, além do conhecimento do esporte.

 

De Guaratinguetá, São Paulo (39 anos):

Pseudônimo: Névio Burgos

Título: Nem tudo o que parece...

 

Ele a beijou com volúpia e imaginava o que viria. Ela já sabia, pois um dia já foi Paulo, codinome Sofia.

 

Comentário: Este é, com folga, o melhor miniconto desta safra. Enxuto, preciso, e com bastante profundidade dimensional. O que não está escrito grita em alto e bom som, quebrando a bidimensionalidade do texto e tirando-o do lugar comum.

 

De Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (55 anos):

Pseudônimo: Quartzo Rosa

Título: Infância perdida

 

Sua vidinha era fácil não! Enquanto outras da sua idade faziam tarefas escolares, passeavam no shopping, desfilavam mochilas da Barbie, brincavam no parque e dormiam cedo, ela brincava na rua, altas horas, com seu uniforme diário: microssainha, meia-calça furada,  saltos altos carcomidos... E a bolsinha vermelha.

Fora engolida pela boca escancarada do sistema.

 

Comentário: O autor utiliza, com êxito, o mesmo tipo de abordagem e tema do seu conto da etapa anterior. Para os próximos, no entanto, deverá mostrar que consegue ir além dessa “forminha”.

 

Do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (28 anos):

Pseudônimo: Finado Severino

Título: Intragável

 

Ele abriu o novo tablete e colocou sobre os restos da manteiga velha que resistiam no fundo da manteigueira, já arados pela faca de serra. Sabe-se lá há quanto tempo vinha fazendo isso.

Ela tentou comer, mas deixou a torrada no prato e o afastou sutilmente em direção ao centro da mesa. Tentou distrair-se lendo o jornal, mas ao tentar virar as páginas sentia como se estivesse com as pontas dos dedos oleosas, rançosas.

Quando ele levantou, já atrasado, e tentou beijá-la, o afastamento brusco, com o rosto virado para o lado, foi inevitável. O casamento acabou, de fato, naquele instante.

 

Comentário: Mais um bom exemplo de conto bem acabado. Um tanto quanto poético em sua cronicidade, charmoso e com uma pegada rodrigueana. Remete a um espaço de tempo bem maior que o descrito.




RESULTADO DA APOSTA

 
Os leitores tiveram a oportunidade de apostar, pelos comentários, quais seriam os classificados. Pudemos validar apenas 3 apostas (as quais foram feitas através da Conta do Google). Os anônimos não puderam concorrer. Quem concorreu: Unknow, André Foltran e Paulo Acacio Ramos. O vencedor, com 11 acertos, foi PAULO ACACIO RAMOS. Parabéns, Paulo! Em breve você receberá o livro “Poesia é Isso”, de Lohan Lage. André Foltran teve 10 acertos e Unknow, 7 acertos. Parabéns a todos!


ANÚNCIO DA TEMÁTICA PARA A TERCEIRA FASE



            Aos classificados em cada equipe: primeiramente, parabéns!

           

            A partir de agora, o desafio vai piorar! Sim, pois, de agora em diante, serão estabelecidas temáticas para a elaboração dos minicontos e todos eles terão de ser INÉDITOS.

           

            Para a TERCEIRA FASE, os 20 classificados, divididos em 4 equipes, terão de escrever inspirados em UMA IMAGEM. Um leque de QUATRO IMAGENS DIFERENTES, CADA UMA DELAS REPRESENTANDO UMA ARTE, será apresentado a todos, e apenas UMA IMAGEM DEVERÁ SER ESCOLHIDA PARA A ELABORAÇÃO DO MINICONTO.

O MINICONTO DEVERÁ TER, NO MÁXIMO, 150 PALAVRAS. DEVERÁ SER INÉDITO E CONTER UM TÍTULO. DEVERÁ SER ENVIADO PARA O E-MAIL: blogautoressa@gmail.com em anexo ou no corpo do e-mail. PRAZO PARA ENVIO: 13/05, SEGUNDA-FEIRA, ATÉ ÀS 14 HORAS – IMPRETERIVELMENTE. A IMAGEM ESCOLHIDA DEVERÁ SER ESPECIFICADA.

POR FAVOR: ESCOLHA UMA DAS IMAGENS DISPONÍVEIS E CAPRICHE! BOA SORTE A TODOS!

 

De Giovanni Bragolin, “O menino que chora” (pintura):
 
 






De Edgar Degas, “A Pequena Bailarina de quatorze anos” (escultura):

 

 
 
 
 
De Frank Gehry, “Lo Ruovo Center for Brain Health”, em Las Vegas (arquitetura):
 

 
 
 
 
De Francis Alys, da série “Ambulantes” (fotografia):
 
 

 

 

AUTORES S/A

21 comentários:

Marmelada, não, aquelas coisas... Lídia.

Na terceira imagem foi colocado entre parêntesis "arquitetura". Isso significa que o tema obrigatoriamente tem que ser por aí?

Parabéns aos classificados! Muito bom!
Espero poder participar novamente, mais preparada!

Considero que o concurso realizado em fases seletivas tornou-se excludente de textos bons que poderiam fazer parte de toda a coletânea. A minha sugestão seria a publicação de todos desde os classificados na 1ª fase. Assim, seria uma coletânea com os 48 primeiros, mais os 20 da 2ª fase, e mais os finalistas. As pessoas concorreriam a ter 1 conto, ou 2, ou 3 contos publicados, conforme fossem selecionados os novos contos escritos. Acho que a forma de competição proposta neste concurso só faria sentido se fosse entre os 48 da primeira seleção para se chegar aos 3 primeiros classificados.

A ordem em que os contos aparecem sugere classificação ou não há nenhuma relação desse tipo?

Esses minis A Estante e Calada da Noite ser classificados e Brinquedo Perigoso não, é demais de marmelada, né? Que pouca vergonha. Ana

ah! e tiria ti me continho tivexe ganhad. e ficar mito tristonho com o me cantinho não ganhar prqê e so menina xapeca e menina sapeca gota qe o contoxinho dela ganha.

Pior do que as escolhas, só os comentários dos jurados... Esperava aprender algo mais sobre minicontos, mas vai ficar pra próxima vez.

Aprendi que tamanho, em quase todo concurso, é documento. Os textos mais extensos sempre tem preferência sobre os mais curtos, mesmo que sejam piores. Ana.

Porquê os ORGANIZADORES não respondem as perguntas e questões levantadas aqui?

Bom dia a todos,

Perdoem pela demora ao responder algumas questões:

- Não: as artes representadas pelas imagens não devem (obrigatoriamente) ter relações com o texto. Só a imagem, em si.

-Sobre a antologia: já foi dito, pela organização, que a mudança no regulamento não feriu tampouco tornou excludente qualquer texto do certame. Pelo contrário: abrimos um leque maior. Os 60 melhores, de TODO o concurso, preencherão a antologia.

- Sobre a ordem: não, os textos são dispostos em ordem aleatória, quando não por ordem alfabética.

Agradecemos pela participação de todos!
Autores S/A

Pra concorrer a um trofeuzinho ordinário (dinheiro que é bom, só pros editores, claro) uma encheção de linguiça dessa. Zelda.

Que recalque, Zelda! Prepare-se melhor para os próximos, respeite quem está concorrendo. A sua opinião não precisa ser exatamente a que prevalece. É tão difícil quem se propõe a organizar algo cultural, e as pessoas ainda ficam reclamando. Pagou alguma coisa para participar? Não! Organize um concurso e decrete que seu texto é o melhor. Juba

Puta marmelada nisso ai!!! o minicontos da rapidinhos nem ficaram tão bons assim!!! o juíz nem olhou o conteúdo! olhou mais foi a idade dos caboclos!!! e olhem os comentarios dos juízes! pior que isso nem dà neh?

Melhor nem participar desses concursos literários. São cheios de marmelada ou de julgadores que nem sabem julgar... "Nem tudo o que parece..." foi considerado o melhor mini da safra, com uma ideia mais velha do que o rascunho da bíblia, até o Sílvio Santos fez uma marchinha com a ideia: De dia é Maria, de noite é João... Clara.

Zelda, de fato os editores ficarão ricos com o dinheiro apurado com este concurso (embora não saibamos como). Falando sério, é triste isto: a pessoa não sabe perder e, ainda por cima, diz besteiras. Gustavo.

Ou esses jurados não entendem nada de literatura, ou, favoreceram amigos e/ou parentes. Não é possível eles terem classificado certos minis que qualquer um que lê, vê que não tem nenhum valor artístico, como Nem tudo o que parece... (E ainda afirmaram que de longe foi o melhor mini.) Até um cego vê isso. Mas, fazer o quê? Eles premiam quem eles querem.

Não acredito mais em concursos literários. Depois de uma seleção dessa...

Na certa os vencedores já estavam escolhidos desde a primeira seleção. Isso é muito comum em concursos assim.

Não acredito mais em concursos literários. Depois de uma seleção dessa...

para mim isso foi forjado mas como so to aq para fazer trabalho entao nao ligo

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